fantomas 00 sim percorro os roubos...moeda criptografada...dentro
à conversão em igrejas...nos cabos fios transmissores à velocidade desejada...ao
que se deseja observar financiado...se existem exceções à esta vida digo que se
chamam vagalumes...ameaçados de extinção...é o que talvez diga o
noticiário...não li nenhuma palavra sobre e...sim faz tempo que não os
vejos...o que já foi um dia chamado de ser humano e...agora me causa
repugnância...em outros momentos do quebrar a lógica do aparelho de estado e...escapar
desse território sobrecodificado através de linhas de
fuga...ficção?...utopia?...discurso?...o vale da estranheza por outros caminhos...o
dinheiro eletrônico tem que nome e...qual papel é usado para celebrar identificação...isso
é meu e...isso me pertence!...foi expulso?...fazia negócios por aqui?...algo me
faz acreditar que dentro à neblina existem festas com crianças e...comercio de
corpos...sim foi exposta hoje dentro a câmara paralisada o modelo
ofertado!...tente não perder o enredo sobre os abusos...eles ainda existem
e...apenas não estão sendo reiterados e...sim de fato está preso ao conta-giros
dos corpos em valas comuns e...desaparecidos...os ofertados em <chips com
crianças à venda> serão sobretaxados...sim nós produzimos os nossos!
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
terça-feira, 29 de abril de 2025
sexta-feira, 10 de janeiro de 2025
fantomas 40
algumas vezes estamos errados em relação as pessoas que
estamos conectados... mas outros trabalhos criados este ano refletem a
realidade de que muitos artistas que agora trabalham sozinhos, em países muito
diferentes, e estão aceitando que talvez nunca mais voltem para
casa...“retornaria a moscou amanhã...apenas se morresse”...“estou no processo
de aceitar que sou uma artista e viverei mais tempo...e com isso nunca possa
acontecer. é difícil viver na incerteza por tanto tempo.” *fim de cena*
fantomas 39
algumas vezes tudo errado...se parecer bom, você verá. se
soar bem, você ouvirá. se for comercializado corretamente, você comprará.
mas... se for real... você sentirá...usando fantoches de sombra para criar uma
série de animações que se baseiam em histórias do fazer uso poético de técnicas
tradicionais... para muitos dos artistas exilados da Rússia, um ano de
inovação. mostras coletivas como “artistas contra o kremlin” nos deram com o
público momentos de solidariedade...
fantomas 38
o espaço seria uma espécie de contexto de referências
imantado por qualidades temporais, um palco de ambiência geograficamente real
onde ocorrem as ações dos personagens. portanto, o tempo passa a ser considerado
não como idealidade abstrata, mas como sendo representação da realidade
material imediata, como evento concreto, configurando-se enquanto “um tempo
medido pela construção”...post e dessa maneira como um tesouro papel moeda
imagens da experiência criptomoeda...e o cronotopo seria o operador analítico
que viabilizaria a sondagem do modo pelo qual a teia-dos-eventos da realidade
histórica é assimilada pela linguagem por meio da representação valor....escrita
disforia sacerdócio
fantomas 37
usar fantoches de sombra...emoticons e filme para mergulhar profundamente no folclore local...algo do ano passado, “mulheres de negro de volta a guerra”. aquele que confronta o paradoxal se expõe à realidade... se afastar dos temas de protesto e concluir uma residência... a diferença entre mim e os artistas nascidos nos estados unidos é que vim para cá com a expectativa de não ser tratado de forma justa...não esperava pastor ligando para minha casa afirmando o que eu posso ou não falar dentro de casa...fxxx-se!
fantomas 36
conhecimento embasado em um modelo de totalidade real do mundo na representação realista da experiência vinculando, desse modo, o contexto cultural (a realidade histórica do mundo representante) à imagem artística (o mundo representado). cada enquadramento espera seu retorno à superfície...carta virada de um baralho...esperando os açougueiros e seus cortes...mestres que sempre retornam! em um mundo paralelo que usa mídia mista e tecnologia generativa para explorar a ideia de utopia e a crescente dependência da humanidade da IA...apresentação e justificativa para antigos problemas e nova única causa...penso que cometeram um erro e ainda possível de corrigir.
fantomas 35
não é o inferno que procura pelas pessoas e sim as pessoas quem o procuramsuas portas...algumas obras ficam desaparecidas por décadas...psiquismos e sintomas de algo desparecido, excluído, censurado na internet... “não há um tempo universal comum, mas tempos diferentes, ou relógios diferentes, conforme os sistemas de coordenadas”, cabe lembrar que o cronotopo auxilia no apreender os “fenômenos de tempo profundamente variados as heterocronias”, que se vislumbram no processo histórico-post...exibição...criptomoeda.
fantomas 34
a diáspora russa é tudo menos um grupo unificado. enquanto
alguns criativos nascidos na Rússia ainda comentam sobre política doméstica de
longe, outros estão mergulhando em novas culturas ou explorando temas
existenciais mais amplos em seus novos projetos. o que seria da vida se não
tivéssemos coragem de tentar nada? dar um novo passo, dizer uma nova palavra, é
o que as pessoas mais temem.
fantomas 33
vivemos em uma descrição da realidade... a libertação da
jovem ilustradora como parte da histórica troca de prisões deste
ano que se foi...um momento de celebração para os exilados russos...
agora, espera-se que eu desafie as expectativas, então, em geral, pareço estar
livre para escrever e fazer a arte que eu quiser. uma carreira promissora
interrompida por ser presa ao substituir etiquetas de preços de supermercados
por slogans anti-guerra.
fantomas 32
sabe, nós vamos às casas de chá com a expectativa de ter uma
noite agradável e tranquila e não ler sobre isso ou aquilo no jornal na manhã
seguinte...decorar a mitra de um bispo com tatuagens de prisão intrincadas e
obscenas...nossa tarefa foi nos libertar dessa prisão, ampliando nosso círculo
de compaixão para abraçar todas as criaturas vivas e toda a natureza em sua
beleza. a exposição atraiu alguns grandes nomes, como de cantoras e prisioneira
política.
fantomas 31
reaproveitar um pôster de recrutamento soviético em um
comentário sobre a natureza suicida da guerra da rússia. pintar um soldado
saudando prestes a atirar em si mesmo, sob o slogan..."esteja
preparado!" ele experimenta a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos
como algo separado do resto, uma espécie de ilusão de ótica de sua
consciência...essa ilusão é uma espécie de prisão para nós, restringindo-nos
aos nossos desejos pessoais e à afeição por algumas pessoas mais próximas de
nós.
fantomas 30
como barras de chocolate...toda a arte expressa alguma forma
de protesto ou desilusão política...maquinas que podemos contar...no entanto,
os estilos e mídias em exposição são diversos: escultura, pintura, vídeo e
paisagens sonoras em fios expostos, e até mesmo cerâmica. bem feito é melhor do
que bem dito... um ser humano é uma parte do todo chamado por nós universo, uma
parte limitada no tempo e no espaço...memória afetiva, bem feito! bem feito! bem
feitoooo...
fantomas 29
escolher um carro muitas vezes é garantir que ele vai
funcionar quando der partida pela manhã...ou quando as duas da manhã está tudo
acabado e se pode voltar...local esse constituído pelas relações entre o
transcorrer irreversível do tempo, a cultura e a marcha da consciência pela
história...o inferno é a desesperança.
fantomas 28
pensar que estou com um problema e problemas são como um
pintura...que apenas gostamos e não sabemos explicar o porquê...assim,
colocando a pergunta pelo lugar de ação no qual se desenrolam os eventos da
realidade/mundo... todas as coisas estão sujeitas à interpretação. qualquer
interpretação que prevaleça em um determinado momento é uma função do poder e
não da verdade.
fantomas 27
alguns são capazes de entender agora que estamos ricos... viver sem esperança é deixar de viver...dividir o espaço em áreas representando os temas de catástrofe ambiental, produção de armas, gangues e história familiar...mais de 100 obras de artistas de língua russa que se opõem à guerra e ao autoritarismo em uma exposição chamada “artistas contra o kremlin”. totalmente sem esperança e com a crença de que não se pode viver nem ser visto... em poucas palavras é o agarrar e esmagar em estado de ira mitologia contemporânea!
fantomas 26
a sala de espera foi o lar da instalação de
otdelnov “hometown” por uma semana...em 24 telas fantasmagóricas, o
pintor explorou seu relacionamento com dzerzhinsk, um centro militar-industrial
a cerca de 350 milhas a nordeste de moscou, onde ele e sua família viveram por
gerações. “concebido como um lugar de ação de um campo de forças, no caso, gravitacionais”...o
imaginar de um crime não comissionado de acordo com as condições da
pintura.
fantomas 25
houve momentos em que a necessidade de ser imaginativo com os locais tornou-se parte integrante de novas obras de arte. nada é mais fácil do que denunciar o malfeitor; nada é mais difícil do que entendê-lo. tenho grandes expectativas para o futuro, porque o passado foi altamente superestimado...uma moldura vazia... assumindo a antiga sala de espera na estação de trem, que chamei de “o local dos meus sonhos...um lugar de espera eterno em meio a ruas movimentadas”.
fantomas 24
aquilo em que você realmente acredita sempre acontece; e a crença em algo faz com que isso aconteça. todas as coisas estão sujeitas à interpretação. qualquer interpretação que prevaleça em um determinado momento é uma função do poder e não da verdade. assim, não se podem dissociar as coordenadas de um corpo no espaço desse mesmo corpo no tempo...estilhaços do todo alarmado.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2025
fantomas 23
uma pintura sobreposta censurando a oculta...uma carta sobre
a outra...onde pode se ver a superfície...“medidas de um sistema de
coordenadas” o tecido do mundo, a ‘teia-de-aranha’ do universo que determina o
comportamento dos corpos”...em síntese: “espaço-tempo constituem um continuum…o
mundo da realidade tem seus limites; o mundo da imaginação é ilimitado.
fantomas 22
você está lá novamente, uma visão fugaz, a quintessência de
tudo que é belo e raro ao autor que recriou mais de 700 capas para destacar a
grande ironia da época: a era de ouro do design gráfico soviético também foi a
era da maior crueldade política...sim eu também estava! recordo-me de quase
poder caminhar sobre...visão objetiva! da própria realidade efetiva
fantomas 22
então chegou um momento de renascimento, olhei para cima... quero entender você, estudo sua linguagem obscura. o cronotopo caracterizado como “uma categoria conteudístico-formal […] na qual o tempo […] torna-se artisticamente visível”...salvar documento imagem recortada... o espaço reveste-se de sentido e é medido com o tempo! o caos é a partitura sobre a qual a realidade é escrita.
fantomas 21
às vezes as pessoas falam sobre a crueldade
"bestial" do homem, mas isso é terrivelmente injusto e ofensivo para
os animais. nenhum animal poderia ser tão cruel quanto um homem, tão
habilmente, tão artisticamente cruel...como parte de uma série contínua de
pinturas a óleo, recriando capas de livros escritos por autores, poetas,
cientistas e engenheiros da antiga união soviética que foram prisioneiros
políticos, omitindo algumas letras dos títulos para indicar o desaparecimento
dos autores enquanto estavam no gulag.
fantomas 20
é ser sempre representado no limiar, ou, noutros termos, em
estado de crise...na fronteira...aproveite os momentos de felicidade, ame e
seja amado! essa é a única realidade do mundo, todo o resto é loucura...o
universo não tem restrições. você coloca restrições no universo com suas
expectativas. espaço e tempo são constitutivos da realidade do universo... toda
imagem de arte é cronotópica
fantomas 19
alguns símbolos se tornaram reconhecíveis...talvez porque
tenham parentes deixados para trás para proteger, ou talvez por outros motivos.
este também é um retrato da emigração. são suas próprias expectativas que
machucam você. não o mundo em que você vive. o que acontece no mundo é real. o
que você acha que deveria acontecer é irreal. então as pessoas são machucadas
por suas expectativas. você sabe, você não está decepcionado com o mundo, você
está decepcionado com suas próprias projeções.
fantomas 18
estêncil arma milenar na #...eu vivi para enterrar meus
desejos, e ver meus sonhos corroerem com ferrugem; agora tudo o que resta são
fogos infrutíferos que queimam meu coração vazio até virar pó...quando
solicitados a dizer algumas palavras sobre minha emigração inesperada, alguns
dão seus nomes, país de origem e a mídia para a qual trabalham. outros pedem
para serem identificados por iniciais. outros ainda como eu peço para
permanecer anônimo!
fantomas 17
é esse racionalismo que justifica a recusa de incorporar, à
noção de alteridade, outros tipos de ressonâncias, como as do inconsciente?
unidos por um tema comum...a chamada teoria da repressão?...fazer um livro de
tatuagens criados à arte na prisão, usando seu próprio sangue, café, pasta de
dente e tinta raspada das paredes da cela para desenhar em pedaços de lençóis
da prisão... as cenas aos desenhos refletem a realidade sombria do entorno.
fantomas 16
aberto às apostas a arte contemporânea tem algo de la catrina...dia dos mortos...obras provocativas que desafiam o kremlin e abordam questões como censura, abusos de direitos humanos e repressão política...o teatro à um suicídio dá prisão o de um assassinato não...
fantomas 15
algo como colocar uma moldura em um muro...não eu nunca fui ver o balé...nunca esperei vinte anos e nem tive esperança...quando aconteceu, fiquei sabendo depois que era ele...recordo-me de ter gostado e que foi muito longe de ter sido o melhor daquele ano...o que me fez sentir soberba ao lembrar que estava em outra...em busca do contemporâneo na dança.
fantomas 14
só uma coisa importa, uma coisa...o ser capaz de ousar! eu
não posso basear minha vida nas expectativas de outras pessoas. pessoas como
nós, que acreditam na física, sabem que a distinção entre passado, presente e
futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente. exploramos o “vazio” da
censura forçada.
fantomas 13
as fitas aos pés me pareceram úteis no recepcionar a polícia... não trouxe nada comigo, porque pensei que voltaria em breve. os conturbados movimentos da consciência, seja ela autorreflexiva ou refratada em outras consciências, não rompem os limites da racionalidade? em algum lugar entre a obsessão e a compulsão está o impulso.
fantomas 12
ser imediatamente bloqueado pelo roskomnadzor em todas as
plataformas russas por causa minha postura anti-guerra. esta foi a primeira
tela que comprei... destaca a inexistência de uma teoria do sujeito, ou a falta
de explicitação do modelo de subjetividade, pressuposto como autoevidente...lhe
pareço reconhecível neste papel?
fantomas 11
compaixão se for calcular...provavelmente não fiz nenhum
trabalho criativo por seis meses, fiquei em choque total. diálogo, consciência
e alteridade...vim para a europa com uma mochila e estava ocupado tirando uma
autorização de residência e procurando um apartamento...
fantomas 10
o começo da emigração, desespero total, sem entender o que estava acontecendo ou o que fazer a seguir. há um ponto dentro do museu em que precisamos manter o controle...ou talvez perceber a encruzilhada em que estamos... em considerações sobre história e literatura de sua comida preferida de algum lugar do mundo!
fantomas 09
você tem tanto direito quanto os ricos e os poderosos. não hesite em satisfazer suas necessidades; na verdade, expanda suas necessidades e exija mais." esta é a doutrina mundana de hoje. e eles acreditam que isso é liberdade. o resultado para os ricos é isolamento e suicídio, para os pobres, inveja e assassinato. Imagens do mundo e notas sobre o cronotopo no pensamento...
fantomas 08
o que significa operar com a noção de um sentimento de tempo, de um sentimento de espaço? é sair e gritar de longe...vocês na rússia são uns babacas. é uma tela em branco estampada com a frase “a pozdno, blyat', risovat'” é tarde demais para desenhar. o mundo diz...você tem necessidades...satisfaça-as.
fantomas 07
uma artista de moscou agora em berlim, disse “quando eu
estava na rússia, senti que estava fazendo algo corajoso, algo significativo.
mas na europa, senti como se estivesse apenas posando. “chamo sentidos às
respostas a perguntas. aquilo que não responde a nenhuma pergunta e não tem
sentido para nós.
fantomas 06
sim eles passaram a usar câmeras... responder não equivale
apenas a reagir a uma dúvida, a contrapor-se a uma interpelação, mas também a
assumir as consequências de tal reação e de tal contraponto. isso não quer
dizer que nós artistas não ficamos frustrados. é tarde demais para desenhar.
fantomas 05
assumi alguns protocolos diante a presença de policiais batendo a minha porta...dependendo a sua resposta digo que pode ser aceito...falamos muitas bobagens...apenas escondo o meu rosto e não desejo ser identificado...nos melhores shows do ano, a resposta foi “sim”. expressa no post...“arte e responsabilidade”
fantomas 04
constatei a prevalência de “um certo temor de risco
investigatório, um temor de levantar hipóteses”. e se passar por mim...eu posso
te pagar para fazer isso! parece tolice o que estou te dizendo? acrescentei “a
ausência de uma luta entre correntes e o temor de levantar hipóteses ousadas
acarretam necessariamente o domínio de truísmos e chavões; destes,
lamentavelmente, não há carência entre nós”.
fantomas 03
ainda temos algo a dizer? passamos a usar máscaras em diversas partes do mundo...sim...não queremos ser identificados...os disfarces estão sendo mais úteis...e ter a liberdade de publicar a inverdade que fui visto em outro lugar, fazendo algo que chamo de álibi e máscaras que mandei fazer de mim mesmo... sim você pode comprar e fazer o mesmo se for aceito ao clube! baterão à sua porta como um quadro pôster...não se preocupe!
fantomas 02
algumas coisas começam dentro à uma sala ou quarto...tudo bem ouça! outras os fazem se sentir para baixo e essa é a única forma de vitória que eles reconhecem e se retroalimentam... mas para os artistas agora estabelecidos em berlim, londres ou belgrado, há preocupações mais profundas do que se ainda somos vistos...
fantomas 01
já são quase três anos após a invasão em larga escala da ucrânia, e nós artistas russos que deixamos nossa terra natal por motivos políticos temos trabalhado sob o peso de restrições práticas. não temo insultos, não peço dinheiro, recebo com indiferença tanto a bajulação quanto a calúnia e não discuto com um tolo.
fantomas 00
observo o que está escrito hoje sobre você e lhe digo já
passei por isso, tive de encontrar novas galerias e compradores, trabalhando com
financiamento limitado enquanto faço malabarismos com um segundo emprego ou
vida familiar, espremendo meu trabalho em espaços de exposição improvisados...











































